Estudantes do Campus Osório recebem medalha de ouro em Nova Iorque

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Duas medalhas de ouro e experiências inesquecíveis. Foi assim que as alunas Isabela Dadda dos Reis e Juliana Davoglio Estradioto voltaram da Genius Olympiad, em Oswego, nos Estados Unidos. As duas meninas de 17 anos de idade desembarcaram no Brasil no dia 16 de junho, depois de passar uma semana na Universidade do Estado de Nova Iorque, onde puderam experimentar a vivência em uma universidade americana.

A Genius – International High School Environmental Project Olympiad é uma competição internacional de projetos do ensino médio sobre questões ambientais. Fundado e organizado pelo Terra Science and Education e organizado pela Universidade Estadual de Nova Iorque em Oswego. A Genius Olympiad sediou projetos em cinco disciplinas gerais com foco no meio ambiente.

“A experiência foi indescritível e incomparável, nunca imaginei que fosse passar uma semana vivendo como uma estudante americana em um campus nos Estados Unidos. As atividades do evento são muito divertidas e bem diferenciadas de todas as experiências que já tive! Com a Genius eu pude resolver muitas questões que me deixavam curiosa, aprendi mais sobre o Universo, conheci as Cataratas do Niágara e tive um intercâmbio cultural incrível com pessoas de todo o mundo!”, disse Juliana.

Os projetos de ciências brasileiros conquistaram 14 prêmios, sendo a segunda nação mais premiada na categoria de Ciências (atrás somente dos Estados Unidos). Dentro dos brasileiros premiados, o IFRS – Campus Osório foi o que obteve as maiores premiações da feira. As únicas brasileiras premiadas com medalha de ouro foram as estudantes Isabela e Juliana. Ambas tiveram seus projetos orientados pela professora Flávia Santos Twardowski Pinto.

Conheça os projetos apresentados na Genius Olympiad:

“Eucalyptusaligna: uma nova alternativa para o controle do Aedes aegypti” (Credenciamento pela FEBRACE): O projeto tem enfoque em aplicar o óleo essencial do eucalipto como um larvicida natural no controle do mosquito Aedes aegypti, responsável por diversas epidemias que ocorrem no Brasil há três anos. A estudante também desenvolveu um aparelho eletrônico em que é possível identificar a eclosão dos ovos do mosquito.

“Transformação dos resíduos agroindustriais do maracujá em filmes plásticos biodegradáveis”: A pesquisa busca encontrar uma aplicação tecnológica para o resíduo agroindustrial do maracujá. A estudante desenvolveu um filme plástico biodegradável com o resíduo do maracujá e aplicou este filme plástico biodegradável em um protótipo de recipiente pra mudas, onde o filme se degrada em até 20 dias quando enterrado.

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Foto: IFRS/ Divulgação

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